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Créditos
PRECE DE CÁRITAS

Deus nosso Pai, que sois todo poder e bondade,
Dai a força aqueles que passam pela provação,
Dai a luz aquele que procura a verdade
Ponde no coração do homem a compaixão e a caridade.
Deus ! Daí ao viajante a estrela guia, ao aflito a consolação, ao doente o repouso.
Pai ! Daí ao culpado o arrependimento, ao Espírito a verdade, à criança o guia, ao orfão o pai.
Senhor ! Que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criastes,
Piedade Senhor, para aqueles que Vos não conhecem, esperança para aqueles que sofrem.
Que Vossa bondade permita aos Espíritos consoladores, derramarem por toda a parte a paz, a esperança e a fé.
Deus ! Um raio, uma faísca de Vosso amor pode abrasar a Terra; deixai-nos beber nas fontes dessa bondade fecunda e infinita, e todas as lágrimas secarão, todas as dores se acalmarão.
Um só coração, um só pensamento subirá até Vós, como um grito de reconhecimento e de amor.
Como Moisés sobre a montanha, nós Vos esperamos com os braços abertos, Oh bondade; Oh beleza; Oh perfeição e queremos de alguma sorte merecer a Vossa misericórdia.
Deus ! Dai-nos a força de ajudar o progresso a fim de subirmos até Vós, dai-nos a caridade pura, dai-nos a fé e a razão, dai-nos a simplicidade que fará das nossas almas o espelho onde se refletirá a Vossa imagem.
Assim Seja!
A Reforma e a Contra-Reforma
Houve reformistas de várias tendências, como John Wycliffe, João (Jan) Hus e Girolamo Savonarola que denunciaram o enfraquecimento moral e a corrupção econômica da Igreja e desejaram mudar, radicalmente, esta situação. O reformista Martinho Lutero foi a figura catalisadora que acelerou o novo movimento. Sua luta pessoal levou-o a questionar a autoridade da Igreja de Roma. Sua excomunhão, pelo papa Leão X, foi um passo que culminou na divisão do mundo cristão ocidental. Eclodiram movimentos reformistas na Suíça que, rapidamente, encontraram apoio e liderança em Ulrich Zwingli e, especialmente, de João Calvino, cujo pensamento contribuiu para o surgimento dos huguenotes na França. Ver também Calvinismo, Luteranismo e Presbiterianismo.
A Reforma protestante não foi suficiente para esgotar o espírito renovador da Igreja Católica. Como resposta ao desafio, a Igreja convocou o Concílio de Trento, cuja duração foi do ano 1545 até 1563. A responsabilidade de levar adiante as decisões tomadas no concílio coube à Companhia de Jesus. Ver também Contra-Reforma e Reforma.
O período moderno
Durante o século XVI, quando aconteceu a Reforma — mas, principalmente, nos séculos XVII e XVIII — já estava claro que o cristianismo seria obrigado a se definir em resposta ao crescimento da ciência e filosofia modernas. A condenação pela
Inquisição de Galileu Galilei, acusado de heresia, encontrou seu equivalente nas controvérsias protestantes sobre a teoria da evolução versus o relato bíblico da criação.Como resultado, o cristianismo teve que redefinir sua relação com a ordem civil. Ficara evidente que era preciso fazer uma reconsideração da inter-relação das tradições de diversos grupos cristãos com outras tradições religiosas. O estudo da transcendência destes dois conflitos desempenhou um importante papel durante os séculos XIX e XX.
Foi o
movimento ecumênico que mais fortemente conseguiu unir os distanciados grupos cristãos. No Concílio Vaticano II, a Igreja Católica deu importantes passos a favor de uma reconciliação com a Igreja do Oriente e com os protestantes.Durante os últimos 25 anos, os
movimentos missionários da Igreja têm levado a fé cristã pelo mundo. As adaptações aos costumes nativos geram problemas teológicos mas, cada vez mais, atraem novos adeptos.
CRISTIANISMO: NO ORIENTE E NO OCIDENTE
No Oriente
Um dos atos do imperador Constantino, com maior repercussão no mundo cristão, foi a decisão, no ano 330, de deslocar a capital do Império, de Roma para Bizâncio, na extremidade oriental do Mar Mediterrâneo. A nova capital, Constantinopla (atual Istambul), transformou-se no centro intelectual e religioso do mundo cristão do Oriente. Enquanto isto, o mundo cristão do Ocidente experimentava uma centralização progressiva representada por uma pirâmide cujo topo pertencia ao papa de Roma. Ver também papado.
Todos os traços do cristianismo do Oriente contribuíram para seu afastamento do Ocidente, o que acabou culminando no cisma entre Leste e Oeste. Os historiadores datam o cisma a partir de 1054, quando Roma e Constantinopla trocaram excomunhões. Também é possível afirmar que o cisma ocorreu em 1204, quando — com o objetivo de arrebatar a Terra Santa do domínio otomano (ver Cruzadas) — os exércitos do Ocidente atacaram e destruíram a cidade cristã de Constantinopla. Ver também Império bizantino, Igreja do Oriente, Igrejas de ritual oriental, Igreja Ortodoxa.
No Ocidente
Embora o cristianismo do Oriente fosse, em muitos sentidos, o herdeiro da primitiva igreja cristã, uma parte do desenvolvimento mais dinâmico aconteceu na região ocidental do Império romano. Roma mantinha esta posição quando as sucessivas invasões de tribos bárbaras assolaram a Europa. Em 800, quando o papa Leão III coroou o imperador Carlos Magno, nasceu um novo império soberano no ocidente: o
Sacro Império Romano-Germânico.A cooperação entre a Igreja e o Estado durante a Idade Média — simbolizada pela coroação de Carlos Magno pelo papa — não deve ser interpretada como uma relação pacífica. Porém, existiu uma grande cooperação entre a Igreja e o Estado durante as Cruzadas. A conquista muçulmana de Jerusalém significou a queda de lugares santos em mãos infiéis e as Cruzadas, que já não serviam para unificar o ocidente, tampouco lograram restaurar o cristianismo, de forma permanente, na Terra Santa.
A Igreja medieval obteve um triunfo importante durante este período: o desenvolvimento da filosofia e da teologia
escolástica, principalmente por São Tomás de Aquino, baseando-se em Aristóles. Ao mesmo tempo, o grande cisma do Ocidente, durante o qual houve dois — e, às vezes, até três aspirantes ao trono papal — ameaçaram a igreja ocidental. Este litígio durou até 1417, quando o papado voltou a ser reunificado.
IGREJA, PERSEGUIÇÃO

O início da Igreja
Jerusalém era o núcleo do movimento cristão. A partir deste centro, o cristianismo espalhou-se para outras cidades e povoados da Palestina e locais ainda mais distantes. No princípio, a maioria das pessoas que se uniam ao movimento cristão eram seguidores do judaísmo, como o próprio Cristo. Por isto, o cristianismo inicial manifestou-se como uma relação dual da fé
judaica: uma relação de continuidade e ao mesmo tempo de realização, de antítese, e também de afirmação.Um fator importante que levou o cristianismo a distanciar-se das raízes judaicas foi a mudança na composição da Igreja, ocorrida mais ou menos no final do século II. Nesta época, os cristãos não judeus começaram a superar, em número, os cristãos judeus. O trabalho do apóstolo
Paulo teve grande influência na ruptura definitiva entre judaísmo e cristianismo. As cartas enviadas por Paulo a Timóteo e a Tito mostram o início de uma organização baseada na transmissão da autoridade da primeira geração de apóstolos — entre os quais se inclui Paulo — aos bispos subseqüentes.Perseguição
O cristianismo teve, em primeiro lugar, que consolidar sua relação com a ordem política. Dentro do Império romano e como seita judaica, a Igreja cristã primitiva compartilhou o status do judaísmo. Mas, antes da morte do imperador Nero, em 68, o cristianismo já era considerado rival da religião imperial romana. A lealdade demonstrada pelos cristãos perante seu Senhor, Jesus, era incompatível com a veneração do imperador, encarado como divindade. Além disso, imperadores, como Trajano e Marco Aurélio, viam no cristianismo uma ameaça a seus propósitos e decidiram extingui-lo.
A oposição à nova religião criou o efeito inverso ao que se pretendia. No início do século IV, o mundo cristão havia crescido tanto que obrigou Roma a tomar uma decisão: erradicá-lo ou aceitá-lo. O imperador Diocleciano tentou eliminar o cristianismo, mas fracassou. O imperador Constantino optou por contemporizar, convertendo-se ao cristianismo como uma manobra política. Esta atitude acabou criando o império cristão: a nova religião se apossou da infra-estrutura burocrática romana, utilizou-a para seus propósitos e ritos e se apoderou do mundo. O sucessor de Constantino, seu sobrinho Juliano, tentou inverter este processo, revalorizando a antiga religião romana, mas encontrou imensa resistência, falhando em sua intenção. Juliano foi assassinado durante uma batalha contra os persas, por um cristão contratado para protegê-lo.
CRISTIANISMO, ENSINAMENTOS
Cristianismo, é a religião mais abrangente do mundo. Seu número de membros é superior a 1,7 bilhão, distribuídos por todo o planeta.
Principais ensinamentos
Por ser um fenômeno complexo, é mais fácil descrever o cristianismo sob uma perspectiva histórica. Um dos elementos essenciais é a figura de
Jesus Cristo, cujas referências históricas encontram-se nos Evangelhos ou Novo Testamento.Desde o princípio, o caminho para a iniciação no cristianismo tem sido o
batismo. Outro ritual, aceito por todos os cristãos, é o da eucaristia, na qual os membros compartilham pão e vinho — ou de uma hóstia consagrada em que, o pão e o vinho, transformam-se no corpo e sangue de Jesus Cristo (mistério da transubstanciação). Atualmente, a comunidade cristã relaciona-se fraternalmente com todas as outras igrejas cristãs não-católicas. Ver também Movimento ecumênico, Protestantismo e Igreja Ortodoxa.Culto
A fé é a primeira condição para o culto cristão. Todos os cristãos, de diferentes tradições, têm destacado a importância da devoção e da oração individual. Uma oração utilizada pelos católicos — e, também, por cristãos de diferentes seitas — é o
Pai-Nosso, ensinada por Jesus e que pode ser lida nos Evangelhos.Desde o século IV, as comunidades cristãs têm construído templos, edificações destinadas ao culto. Estes templos são um importante marco na história da arquitetura e das artes em geral. Ver também
Basílica, Igreja (arquitetura), Arte e arquitetura paleocristãs, Hino e Oração.História
Quase todas as informações sobre a vida de Jesus e as origens do cristianismo provêm de seus discípulos. A lembrança de suas palavras e ações, transmitidas através dos Evangelhos, mencionam os dias que Jesus passou na Terra. Os discípulos e seguidores de Cristo concluíram que o que ele demonstrava ser, através de sua ressurreição, confirmava a sua natureza divina. Os evangelistas (Mateus, Marcos, João e Lucas) inspiraram-se na linguagem das Escrituras ou
Bíblia hebraica — chamada pelos cristãos de Antigo Testamento — para compor um relato sobre a realidade de Jesus Cristo. Estes judeus-cristãos, acreditando ser vontade e ordem de Deus que se unissem para formar uma nova comunidade religiosa, salvadora do povo de Israel, fundaram a primeira Igreja em Jerusalém. Consideravam que aquela cidade era a mais apropriada para a nova igreja receber o prometido: o dom do Espírito Santo e de uma renovação espiritual.
DE ONDE PROCEDE O ESPÍRITO SANTO

As disputas religiosas, mescladas de motivos políticos, dificultam a fixação de uma nítida diferença teológica que explique o Cisma de 1054, ocorrido sob o Patriarcado de Miguel Cerulário (1000?-1059). Tanto os oponentes ocidentais como orientais nunca se mostraram seguros, freqüentemente enfatizando diversos aspectos da. controvérsia. No entanto, o problema formalmente religioso refere-se à procedência do Espírito Santo e constitui se na chamada "Questão Filioque".
Esse problema representou um desafio aos teólogos latinos e gregos.
Os Concílios de Nicéia e Constantinopla doutrinam que o Espírito Santo procede do Pai.
E a Igreja do Ocidente defende que "o Espírito Santo procede do Pai e do Filho", a Patre Filioque, na expressão latina.
(Ver: O Consolador Prometido)
A partir disso, as discussões se ampliam para outras questões doutrinárias. As listas são elaboradas por ambas as partes e o número de heresias atribuídas a um e outro lado cresce durante os três séculos em que duraram as polêmicas. Entre as várias heresias latinas contidas na lista do Patriarca Fócios está a que considera como falso o ensinamento sobre o Espírito Santo contido no Credo, na adição das palavras "e do Filho". Foi essa adição que gerou a "Questão Filioque".
Não se sabe, no entanto, quem introduziu a cláusula Filioque no Credo. Nos quatro primeiros Concílios Ecumênicos, o texto original tinha sido aprovado como profissão de fé de ambos os lados. Supõe-se que o acréscimo foi feito na Espanha, entre os séculos V e VI. A expressão, provavelmente usada nos textos litúrgicos, foi desaconselhada pelo Papa Leão III para evitar conflitos com o Patriarca de Bizâncio. Mas Carlos Magno e seus sucessores resolveram sustentar a adição, legitimando-a. Carlos Magno adquiria assim um instrumento para a luta política contra Bizâncio. Roma retira sua oposição à cláusula Filioque e, no século seguinte, durante a coroação de Henrique II (973-1024), o Credo era solenemente entoado na Igreja de São Pedro com a adição ofensiva.
Já a partir das decisões do Concílio de Nicéia, em 787, que proclamam o Espírito Santo procedente do "Pai através do Filho", houve oposição dos teólogos ocidentais carolíngios, que viam no entendimento realizado um erro dogmático. Consideraram a expressão vaga e equívoca, capaz de gerar a suposição de que o Espírito Santo fosse uma criatura. Essas divergências, no entanto, limitaram-se à questão litúrgica até o século IX, quando o Patriarca Fócios dá nova interpretação aos escritos dos antigos teólogos gregos e ensina que o Espírito Santo procede apenas do Pai. Ele afirma que o significado da expressão grega empregada não é "através de," mas sim "a partir de", e por isso a cláusula Filioque constituiria uma heresia. Muitos teólogos, inclusive alguns ortodoxos, tendiam a considerar a questão como simples problema semântico. Outros porém, apegam-se a ela, considerando-a base da teologia trinitária ortodoxa. O Patriarca mantém-se em seu próprio ponto de vista e alia às suas posições doutrinárias uma atitude de franca hostilidade contra os latinos. Dessa forma são delineados os primeiros contornos da controvérsia religiosa que se transforma na principal causa doutrinária de separação das Igrejas do Ocidente e do Oriente.
A doutrina filioquista, elaborada pela teologia latina, foi dogmatizada no Concílio de Lyon em 1274: "o Espírito Santo procede do Pai e do Filho como de um só princípio". Esse dogma contraria a doutrina trinitária ortodoxa, que é acusada de não estabelecer relação entre o Filho e o Espírito Santo, não podendo, portanto, distingui-los. A doutrina FIlioquista significou para os romanos o triunfo da unidade divina sobre a diversidade.
Nem sempre as divergências doutrinárias alcançavam nível de importância e transcendência como a "Questão Filioque". Muitos temas fixavam-se em aspectos menos vitais à fé crista. Em Bizâncio, tudo o que pudesse relacionar-se com a religião e seus rituais era discutido. Detinham-se em detalhes,
como as questões do uso de anéis pelos bispos orientais,
a introdução de instrumentos musicais na liturgia,
o uso da barba raspada nos clérigos
ou ainda a fermentação do pão usado na Eucaristia.
Eram discussões tão intensas e apaixonadas que um eventual desacordo entre os devotos poderia significar inimizade definitiva. Por isso, qualquer discussão mais minuciosa e estéril passou a ser chamada de "bizantina".
RESUMO EXTRAÍDO DA PUBLICAÇÃO DA ABRIL CULTURAL
"AS GRANDES RELIGIÕES
DIA DE SÃO CRISTÓVÃO, PROTETOR DOS MOTORISTAS

O Dia do Motorista é festejado no dia de seu padroeiro, São Cristóvão, em 25 de julho, quando uma série de eventos de educação para motoristas e pedestres ocorre em todo o país. Aliás, essa festividade perdura por uma semana, período em que o santo é honrado pelos devotos, que agradecem e buscam sua especial proteção para enfrentar mais um ano o trânsito cada vez mais caótico e violento.
Tudo é organizado pelas dioceses, escolas, e o governo, municipal, estadual e federal, visando conscientizar a sociedade da necessidade de restaurar a paz no transito, em todo o país. Assim, faixas são empunhadas pelas crianças, cobrando respeito às faixas de pedestres, o uso de cinto de segurança e aos limites de velocidades das vias.
Elas ainda são estimuladas a aprender as leis do trânsito , participando de jogos e outras atividades , especialmente programadas pelos Detrans para essa semana especial que começa nesse dia. Muito esperada é a simulação preparada junto com os soldados do Batalhão de Busca e Salvamento do Corpo de Bombeiros, para socorrer uma pessoa que acaba de bater o automóvel e tem suspeita de trauma na coluna.
Geralmente, esse exercício, é feito em parques ou no estacionamento dos Shoppings e Supermercados, aproveitando o grande fluxo de pessoas de modo a vivenciar essa situação extremada quase na sua realidade, um alerta eficiente para o problema.
No Brasil, a imprudência ainda é uma das principais causas de morte, superando o índice de homicídios no país. De fato, é necessário o envolvimento de todos os setores da sociedade para que se consiga reduzir o número de mortes no trânsito. E esse dia é de reflexão para todos os motoristas pela sua conduta no trânsito. Também, é dia para agradecer e pedir proteção por mais um ano, ao seu padroeiro São Cristóvão.
Cristóvão era um homem de estatura grande, muito forte, porém, muito ingênuo e bom, cujo único desejo era servir ao mais poderoso dos reis. Serviu a vários, inclusive o rei das trevas, que vencera seu antigo senhor. Foi quando percebeu que ele temia ao Senhor da Cruz, chamado Jesus Cristo, o Rei dos Reis. Converteu-se à fé e serviu-O através da caridade, usando sua força física, para transportar nas costas os viajantes que precisavam atravessar um perigoso rio.
Segundo a tradição transportou, também Jesus Cristo, que lhe apareceu sob a forma de uma criança. Por isso, tornou-se conhecido como Cristóvão, que significa "Porta-Cristo" ou "aquele que transportou Cristo" , tendo convertido muitos pagãos. Morreu decapitado no século III. O culto à São Cristóvão venceu o tempo, sendo venerado como o protetor dos viajantes, e chegou ao século XXI também pela força da devoção dos fiéis, como o padroeiro dos motoristas.
ORAÇÕES DE SÃO CRISTÓVÃO
1. Ó São Cristóvão, que atravessastes a correnteza furiosa de um rio com toda a firmeza e segurança porque carregáveis nos ombros o Menino Jesus, fazei que Deus se sinta sempre bem em meu coração, porque então eu terei sempre firmeza e segurança no guidão do meu carro e enfrentarei corajosamente toda as correntezas que eu tiver de enfrentar, venham elas dos homens ou do espírito enfernal.
São Cristóvão, rogai por nós!
2.
0RAÇÃO - " Senhor, que dissestes: "Quem vos recebe, a mim recebe"; e mais: "Quem não toma a sua cruz e me segue, não é digno de mim", fazei com que o bem-aventurado mártir São Cristóvão aumente em nós o amor de vosso nome e tenhamos a felicidade de ver-nos em nossos irmãos no caminho da vida. Amém".
3. ORAÇÃO - "Dai-me Senhor, firmeza e vigilância no volante, para que eu chegue ao meu destino sem acidentes. Protegei os que viajam comigo. Ajudai-me a respeitar a todos e a dirigir com prudência. E que eu descubra vossa presença na natureza e em tudo o que me rodeia. Amém".
VOCÊ DIZ.....DEUS DIZ

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Congresso Internacional sobre a questão ecológica, em perspectiva cristã - 10/07/2008 - 17:12
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De 8 a 10 de Julho, na Expo de Saragoça
“A relação do homem com o mundo”, “Ecologia da natureza: o mundo como realidade ética para o homem”, “Cuidar do homem na sua vida terrena”: estes os principais temas de reflexão do Congresso Internacional promovido pela Santa Sé, em Saragoça (Espanha), no âmbito da Exposição Internacional onde o Vaticano participa com um pavilhão próprio. Tema do Congresso: “A questão ecológica: a vida do homem no mundo”. Foi o cardeal Renato Martino, presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, a inaugurar o Congresso, em que participam especialistas espanhóis, italianos e de outros países, peritos em questões ambientais, ligados a variadas Universidades e instituições internacionais. A Expo de Saragoça tem como tema específico a água e o desenvolvimento sustentável – temáticas que merecem toda a atenção da Santa Sé. Promovendo o Congresso hoje inaugurado, os organizadores tiveram em vista “responder, a partir de uma perspectiva humana e cristã, às questões que o homem se coloca sobre a actual evolução do mundo, à missão do homem no universo, ao sentido dos seus esforços individuais e colectivos e, em última análise, ao destino último das coisas e da humanidade”. O sentido da atitude da Igreja em relação à questão ecológica e ambiental será explanado, no Congresso, numa intervenção de Mons. Giampaolo Crepaldi, Secretário do Conselho Pontifício Justiça e Paz. |